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7 de set. de 2015

reservas costurísticas

É só passar o calor que o convite pra se sentar à frente da máquina de costura chega. Irresistível nesse frio que chega, com uma bebida quente, tardes livres e muita inspiração. A minha inspiração geralmente não tem destino. A menina está crescendo, o menino não é muito fã das coisinhas que faço. Ele fica até feliz quando ganha mas não é a criança mais desenhista ou talvez meus trabalhinhos sejam muito femininos pra um menino que só ama correr pra lá e cá.



Portanto, o que faço fica guardado, de reserva. Produzo essas reservas costurísticas (amo essa palavra! ♥) caso apareça um convite de aniversário surpresa pra menina e já tenho um presente, ou parte de um presente pra mocinha. Até porque ela é cheia de amiguinhas e ainda vai mudar de escola em breve. Lá vem mais amigas ainda! 





De um tempo pra cá, depois de uma pressão desnecessária pra loja dar certo, passei a costurar pra mim mesma, pra minha vida, pra minha filha, pra minha casa. Eu mantinha uma lojinha de produtos feitos à mão, mas alguns erros na costura, um corte meio torto, um ponto errado não davam a qualidade que eu achava que minhas criações deveriam ter pra ganhar um dinheirinho com isso. Então, fechei a loja pra me identificar, planejar e pegar prática usando a costura como um hobby apenas como sempre foi, como uma verdadeira terapia. Mantenho o desejo de reabrir a loja, mas ainda não me sinto madura pra isso. 



É quando sento aqui que vejo que tantas pessoas desejam coisas materiais para serem felizes como gadgets diversos e cada vez mais descartáveis e eu... Eu só quero um pacote de fat quarter novo pra brincar, relaxar, pra fazer a máquina rodar.  
O ultimo pacotinho aí de tecidos radiantes são da designer britânica Amy Butler. O trabalho dela é uma primavera impressa em tecidos. Queridinha do Patchwork e Quilts, eu já tinha na minha lista há tempos o desejo de ter alguns pra me divertir.


26 de jun. de 2015

quando os tecidos se vão

É quase como um amor que se acaba. Foi assim que me senti usando os últimos retalhos desse tecido. Meu orçamento craft é curto e vivo de fat quarters. Esse é mais um tecido querido que não acho mais pra vender e acho que nem deveria (e nem tenho mais) o que costurar com ele. Todas as idéias se foram, mas me apeguei a ele de uma forma que queria ter mais pra fazer o que nem sei direito com ele.
Fiz um par de jogos americanos pra servir um café da manhã pra uma amiga. Nos encontramos às vezes pra fazer a primeira refeição do dia juntas em cafés, mas de um tempo pra cá tem sido interessante fazer nas nossas casas. E pra chegar perto, mesmo que longe, desses aconchegantes estabelecimentos, eu usei o restinho dessa charmosa estampa pra alegrar nossa manhã.

Confesso que me deixei inspirar pela toalha de bolsos jeans da Val no seu L'avion Rose (acho que se você não viu, você devia conferir). Que bom que a blogosfera me faz me manter nela e ver coisas bonitas, me levando a fazer minhas costurices também.

19 de jun. de 2015

papel de presente nunca mais

Acabou o papel de presente de menino. A festa é daqui a pouco e esqueci de comprar. Foi papel craft mesmo. Lembrei das super dicas pra embalar presentes da Rosa no seu Le Paquet e cortei uma tira de tecido com tesoura zigue zague pra esconder a simplicidade do papel craft.

Não sei mais viver sem essa coisinha aí em cima com a qual se personaliza fitas. Esse pequeno equipamento da marca Dymo custou apenas €12 no Amazon e só sei que já o amo desde que descobri.
Percebi que não também não tinha fitas de presente. Usei Baker's Twine. Acho realmente que papel de presente com motivos e aquelas fitas de plástico são passado. Nunca mais eu compro. Passo aperto em casa, mas daqui pra frente só faço com o que tenho.